Sophia vivia com sua madrasta e suas meias-irmãs. Numa noite fria de inverno, o fogo acabou e sua madrasta cruelmente mandou Sophia procurar lenha no meio de uma tempestade. Sophia enrolou seu xale ao redor de si e, apenas com a boneca que sua mãe havia lhe dado em seu bolso, correu pela floresta. A boneca conduziu Sophia a uma clareira onde ela encontrou uma casa sobre estacas, circundada por uma cerca de crânios enfiados em hastes. Era a casa de Baba Yaga, a feiticeira. Sophia estava com muito medo, mas a feiticeira perguntou:
- Você veio por sua vontade, ou foi mandada?
- Eu fui mandada - respondeu Sophia.
- Então seja minha serva fiel e você será recompensada - disse a feiticeira.
Por muitos dias e noites, Sophia serviu Baba Yaga, que lhe ordenou tarefas difíceis, com separar em diferentes pilhas sementes que estavam misturadas em sacos. Mas Sophia era sempre guiada pela boneca de sua mãe, que lhe dava sábios conselhos. A casa de Baba Yaga às vezes voava e aterrissava em diferentes lugares. Apenas Baba Yaga podia abrir a porta, mas a casa sobre estacas nunca estivera tão limpa e, como recompensa, enquanto Sophia lustrava a porta, ela abriu-se sozinha. Sophia correu para fora, pegou um dos crânios-lanternas e voltou para sua casa atravessando a floresta. Ao ver a lanterna de olhos luminosos, a madrasta e suas filhas correram em pânico. Quando ficou só, Sophia foi até a cidade e encontrou abrigo com uma velha mulher. Lá, ela começou a fazer lindas camisas de linho. A velha mulher levou-as ao filho do rei, fingindo que eram suas obras. O príncipe gostou tanto das camisas que encomendou mais e mais, tantas que velha foi obrigada a admitir que não era ela que as fazia. Finalmente, ele encontrou-se com Sophia e ficou apaixonado por ela.
Desde então, a bela Sophia sempre consulta a boneca em seu bolso e pede conselhos para resolver desafios e ajudar o próximo.
Desde então, a bela Sophia sempre consulta a boneca em seu bolso e pede conselhos para resolver desafios e ajudar o próximo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário